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Cidade, Acredita Que Íñigo Errejón Ultrapassaria A Pablo Iglesias Se Repetem Eleições

    Cidade, Acredita Que Íñigo Errejón Ultrapassaria A Pablo Iglesias Se Repetem Eleições 1

    as hipóteses dos números. O que eram só conjecturas começa a se tornar matéria. Em recentes eleições em 10 de novembro Unidas Podemos perder apoios, o partido socialista dos ganharia, mas o principal beneficiário da derrota de Paulo Igrejas poderia ser Íñigo Errejón. Seu partido-a imagem da marca Mais Madri o resto de Portugal – iria a mais lugares do que Igrejas. Por volta de quinze deputados para ele, 13 pra Igrejas, de acordo com os cálculos que operam pela Cidade.

    Como ocorreu em Madrid o eleitorado potencial, Podemos optar por Errejón. Seu novo partido, ainda é uma ficção e há mesmo quem lhe atribui o seu impulso ao respectivo Pedro Silva, para exercer mais pressão a respeito as Igrejas. Mas Errejón, numa entrevista nesta segunda-feira no Mundo, defende que “há certamente site para uma outra potência progressista não sectária” porque nós, diz ele, “sempre mutante ao preencher o espaço usual de INTERFACE do usuário”. Deste jeito, garante, “não carinho nada”.

    O jogo de Errejón parece como alguma coisa mais que um desejo e Moncloa começou a fazer tuas contas. Até o presidente do Governo em funções considera-se que existe este oco. Efetivamente, o chefe do Executivo parece estar dirigindo-se à mesma apoio eleitoral, com teu relato a respeito de as negociações com nós Podemos. Assim, vê-se o presidente do Governo em funções, a Igrejas, a quem acusa de quebrar de forma “unilateral” as negociações.

    • Festas do bairro de São Nicolau (segunda ou terceira semana de maio)
    • Steven McFred “Banco Popular da América” (A. B. P)
    • três Modos de admissão
    • 6 – O não retumbante de DRC e JxCat a reiterar eleições

    Acredita que a consulta é uma “mascarada” pra apoiar o não pra investidura e que está “parada” porque levanta questões “falsas”. Não ajunta, explicou, a proposta que lhe foi feita pela última quinta-feira, numa conversa telefônica, que lhe disponibilizou ter Ministérios com pessoas qualificadas desta formação para a frente, especialistas em seus campos. Com este tipo de perfil citou a ministra de Transição Ecológica, Teresa Ribera, ou de Cultura, José Guirao, pra efeito de tua qualificação e não por tua militância socialista. Esse seria o paradigma a escoltar com os ministros de nós Podemos. Um oferecimento a entrar no Governo que Igrejas recusou: “De uma bofetada da deitou e tirou de cima da mesa”.

    No dia seguinte, garantiu os meios de comunicação que era uma “idiotice” e convocou uma consulta onde “nem ao menos está incluída nesta proposta”. A acompanhar “o que há agora”, citou ele, “se quer ou não votar com a ultra-direita”. Uma definição pormenorizada destinada, especialmente, ao eleitor de esquerda.

    O presidente não quis detalhar se a dificuldade nuclear é a entrada de Igrejas no Executivo, como confirmam referências socialistas, entretanto sim ponderou que “não aceita imposições”. Na Ocasião resistem a raciocinar em outras eleições, apesar de as contas sobre o jogo de Íñigo Errejón, todavia não há nenhum dado que permita reflexionar no que se podes resguardar a posse.

    Sánchez avançou esta segunda-feira que voltará a chamar Igrejas, Albert Rivera e Pablo Casado para que a facilitem. Mas Rivera “nem sequer pegue o telefone” e o diálogo com as Igrejas está congelado. O presidente reconhece que é “muito pessimista”.

    A única rodovia de saída poderia ser a abstenção do Partido Popular e ainda que este debate ocorreu no jogo, Casado não o contempla. Em setembro, “terá que ser o chefe de Estado quem decide e desse jeito terão que fazer todas as forças políticas, um movimento”.

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