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Tomás Ondarra: “Pra Vários, O Atlético É Uma Religião”

    Tomás Ondarra: "Pra Vários, O Atlético É Uma Religião" 1

    ‘O mais incrível time do universo’. Sim, sim… estamos pesquisando para acompanhar se havia mais alguém no planeta e não temos localizado (risos). É o clube mais emblemático? Homem, a nossa história, e o livro o pega bem, não é somente esportiva, todavia também social. O universo da pintura, como o de tantos outros domínios, sempre esteve muito referente com o Atlético. A título de exemplo Garcia Ergüin, que tem um episódio porque fez o logotipo do centenário.

    No momento em que obteve a Liga da 83-84 fez uma exposição de jogadores do Atlético acojon… E vários pintores que têm vindo a tomar peso em Euskadi tenham jogado por aí. José Maria Lazkano, que tem um estúdio em Nova York, fez retratos do Athletic. Ou Dario Urzay, que projetou aquela t-shirt do kétchup tão polêmica que logo se retirou, e que neste momento está no Museu de Arte de Vitoria. E é um pintor super reconhecido a nível mundial. Como se chegou a isto?

    Eu não conheço nenhuma criancinha de Biscaia, que com 3 meses não lhe tenham dado uma t-shirt ou qualquer coisa do Atlético. Para nós é como uma religião. Qual é a ideia do livro? Nunca tinha feito algo dessa forma, tão visual.

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    Uma questão que mistura histórias e ilustrações. Como é o recurso de formação que utilizou para as ilustrações? ótimo, são feitos com aquarela e acrílico, e depois tratadas digitalmente. Quanto a conquistar um ciclo ou uma personalidade, há que relatar que eu a vários dos personagens, principalmente os mais modernos, os conheci pessoalmente na ligação de serviço que meu pai tinha com o clube.

    Há outros momentos que simplesmente vivi. A ilustração de Vilar, como por exemplo, que aparece com Cruyff. Eu estava em campo naquele dia e vi soltarle o hostión (risos). Ou a imagem de Txetxu (Vermelho), que aparece sentado, é aquela encerramento perdida contra a Juve e reflete esse potente caráter que tinha.

    dedica o livro a teu pai. O que você ensinou, do Atlético? Ele foi diretor durante trinta anos. No entanto antes disso eu usava a Lezama a acompanhar jogos de juvenis, logo depois, o Athletic Bilbao e, logo depois, em San Mamés. Tudo em um dia!

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